segunda-feira, 17 de março de 2008

American next top model




Da costa oeste pela manhã para as areias do Atlântico lembrei da teoria de um livro em que o personagem dizia que num vôo a alma sempre demora mais para chegar. Bem jet lag a parte, aproveitei pra botar em dia a leitura dos jornais. Acontecimento da semana em questão, governador de New York usando verbas de contribuições de campanha para pagar prostituta de luxo. Desculpas com esposa ao lado, blábláblá - já virou clichê. Mas depois renúnica e mais mea culpa em público. Opa! Tentativa de estancar o vazamento, impedir que se rompa o dique, claro! Confirmado nos dias que se seguiram. Amigos da moça afirmam, suas festas eram regadas a pó. A referência ao porque de ele ter pago o dobro fica nas entrelinhas. Paladino da ética na política e pregador de moral e bons costumes chegado numa festinha aquecida, usando o nome de um amigo ainda. Nada de julgamentos, tudo bem. Calheiros alô o (usa) haiti é aqui. Filho de pai brasileiro e mãe canadense, nascido na américa tento aproveitar o melhor do que cada lugar tem para oferecer. Em São Paulo já havia utilizado o serviço de escort pra uma janta de trabalho e, aposto, ninguém notou. Voltando ao Emperors uma amiga de um veículo local me diz que feguezes eram não só políticos, mas também policias e gente do crime organizado. E nosso amigo governador sai de boi-de-piranha enquanto o resto do rebanho atravessa ileso a crise. Lembro de meu velho referindo-se as worehouses como casas-de-tolerância e nos explicando porque no brasil se usava esse nome. Mas vejam só essa face, a de ter tolerância! Désolé.