domingo, 10 de maio de 2009

Morte e vida Severina

Muito obrigado pela noite minha doce Severine
e essa tanga em que estás com palmo medida
é a cota que me me cabe deste latifúndio

"Don't need no television
Don't need no movie stars
Don't need no custom private planes
Don't need no politicians
Don't need no stocks and bonds
Don't need no cars or boats or trains

Don't need no diamond jewellery
Don't need no rare cigars
Don't need no magnums of champagne
Don't need no penthouse mansion
Don't need no Paris fashion
Don't need no shiny golden chain

There ain't nothing you can give me
I'm already there
I got love
I got love love
I got love love love

Don't need no plastic surgery
Don't need no country clubs
Don't need no butlers, cooks or maids
Don't need no marijuana
Don't need no ecstasy
Don't need no blow or sleeping aids"
Got ya honney, Kss.

domingo, 15 de março de 2009

o inferno são os outros

Um Samurai grande e forte, de índole violenta, foi procurar um pequenino monge.
- Monge - disse, numa voz acostumada à obediência imediata - Ensina-me sobre o céu e o inferno!

O monge miudinho olhou para o terrível guerreiro e respondeu com o mais absoluto desprezo:
- Ensinar a você sobre o céu e o inferno? Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma. Você está imundo. Seu fedor é insuportável. A lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha, uma humilhação para a classe dos samurais. Suma da minha vista! Não consigo suportar sua presença execrável.

O samurai enfureceu-se. Estremecendo de ódio, o sangue subiu-lhe ao rosto e ele mal conseguiu balbuciar palavra alguma de tanta raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- Isto é o inferno - disse o monge mansamente.

O samurai ficou pasmo. A compaixão e absoluta dedicação daquele pequeno homem, oferecendo a própria vida para ensinar-lhe sobre o inferno! O guerreiro foi lentamente abaixando a espada, cheio de gratidão, subitamente pacificado.
- Isso é o céu - completou o monge, com serenidade.

segunda-feira, 2 de março de 2009

touch the ground

4 e 15 na califórnia, daqui a pouco tenho que chegar ao tabalho com cara apresentável, mas antes devo fazer algo, chegar em casa e put myself together, saí do brasil com um ideal que está cada vez mais distante. A vida que tenho levado aqui é muito próxima aquela que levava em são paulo, as tribos se repetem

xixixixixixmi
cococococoam
xixixixixixixibiaaam
cocococococoammmmmm
não entendo porra nenhuma doque essa maluca canta
mas estou curtindo pora caralho

aaaaaeeeeeeeeeeeeee guinlinhooooooo olha la no flog e mostra pro velho

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

mais humano

pelos caminhos de santiago me embrenho
nesse feriado mundano
pra descobrir oque falta
pra me tornar mais humano
e nessa epopéia me empenho
pra descobrir meus amores
e me libertar do engenho
do helicoidal código que me guia
trancrvendo pensamentos e atos
de todo esse meu embaraço
na tenda em Sião
ou na flictena que aperta
sempre o mesmo palhaço
pierrô do eterno abraço
que queima de cima a baixo
olhando pó de estelas desfilando,
peregrinando

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

mariposa

"Por cego amor seduzida
Recebendo a negra seta
Deixando a senda correcta
Pela mais desenvolvida
De tanta mulher perdida
Pelo gozo deslumbrada
Só ela foi alcunhada
Do mais inconstante insecto
E tanto amou o dilecto
Que morreu asfixiada
Quis fazer qual mariposa
Toda embevecida na luz,
Seu corpo a cinzas reduz
Nessa esfera luminosa;
Pousando de rosa em rosa
Tantos perfumes desfrutou
Que por fim se envenenou
Com o perfume do rosal,
Trocando a vida real
Pelo brilho que a fascinou."

domingo, 1 de fevereiro de 2009

devedor

"depende,
na saliva,
o doce


mole, em
sua parte,
afta"

People are strange




Maybe the pictures illustrate the idea that we all want to remove ourselves from life, and replace ourselves with fictional, self-created versions of ourself. We want to fictionalise our own existence, and impose order and narrative where there is none. Or maybe it's just tracing.